Se você tem 15 minutos e o CapCut no celular, eu te mostro o corte que faz o Instagram continuar entregando o seu vídeo. Mesmo que você nunca tenha editado nada na vida.
É isso que acontece com o seu vídeo enquanto você dorme
A curva de retenção: quantas pessoas ainda estão assistindo, segundo a segundo
O que decide qual dessas duas curvas o seu vídeo vai seguir não é o assunto, não é a roupa e não é o cenário.
É onde o corte começa.
Você conhece essa noite. Você sentou depois que todo mundo dormiu, cortou, ajustou, escolheu a fonte, alinhou a legenda, achou uma música que combinava.
Postou com aquele friozinho bom na barriga.
E no dia seguinte: duzentas visualizações. Metade da sua família.
E aí você fez a única conta que dava pra fazer: se eu me esforcei tanto e não deu, o problema deve ser eu.
Não é. E eu vou te provar isso nos próximos dois minutos.
Você não editou errado. Você editou bonito, que é uma coisa completamente diferente.
E ela não tem nada a ver com o assunto que você escolheu.
Eu chamo de segundos mortos.
São aqueles instantes no comecinho do vídeo em que ainda não aconteceu nada. Você ajeitando o cabelo. A respirada antes de falar. O "oi, gente". O meio segundo de silêncio esperando a música entrar.
Você nem enxerga mais, porque você assistiu esse vídeo trinta vezes editando.
Mas o Instagram enxerga. E quem tá rolando o feed enxerga mais ainda.
Porque o primeiro sinal que o algoritmo lê não é a hashtag, não é o horário e não é a legenda. É se a pessoa parou de rolar. Se ela passou reto, acabou ali. Não importa se o resto do vídeo era excelente.
É por isso que dá pra passar três horas editando e ter duzentas visualizações. O problema nunca esteve no minuto dois. Ele estava no segundo um.
Quando o corte tá certo, o Instagram devolve. Esse é um dia do meu perfil:

1.253 seguidores num dia só. Não é um mês. É um dia, no painel do próprio Instagram.
Edição bonita resolve como o vídeo fica. Ela não resolve se ele vai ser assistido. São dois trabalhos diferentes, e ninguém te falou isso.
Transição caprichada aos vinte segundos não adianta se ninguém chegou aos cinco. Legenda linda não adianta se o dedo já passou.
E aí você foi tentar consertar em todo lugar, menos onde estava quebrado:
É uma coisa de dez segundos de edição. E é a diferença entre o vídeo morrer e o vídeo continuar sendo entregue.
Lojista. Não sou coach de Instagram.
Eu não aprendi isso em curso. Eu aprendi vendendo roupa de criança.
A minha loja começou com 25 metros quadrados. Depois do primeiro vídeo que estourou, em seis meses ela foi pra 160. E de 160 pra 500 metros quadrados, com mais de 150 mil seguidores, vendendo pelo Instagram todo dia.
Não foi anúncio. Não foi sorte. E não foi porque eu sou bonita ou engraçada.
Depois disso eu passei dez anos estudando isso com obsessão. Analisei mais de dois mil vídeos pra entender por que uns estouram e outros morrem. E o padrão que mais se repetia era esse: os que morriam começavam antes de começar.
É um curso curto e gravado, feito direto no CapCut do celular. Você assiste e edita junto comigo, na mesma tela. Não tem computador, não tem programa caro e não tem aula de três horas.
É o mesmo cofre que eu uso pra gerar imagem estilo ensaio fotográfico sem fotógrafo, sem estúdio e sem maquiador. Copia, cola e a foto sai pronta em minutos.
E ele tá aqui por um motivo: tem dia que você não quer aparecer. Tá sem maquiagem, tá cansada, tá sem cabeça. Nesses dias, em vez de não postar, você posta assim.
Mais de 4 mil alunas já passaram pelo que eu ensino.

A Jaqueline não falou de seguidor. Ela falou de 32 vendas no mês.




Um editor de vídeo cobra de R$ 50 a R$ 100 por vídeo. Se você postar três vezes por semana, isso é mais de seiscentos reais por mês, todo mês, pra sempre.
E tem o preço que você já tá pagando sem perceber: duas a três horas por vídeo. Faz a conta de quantas noites isso deu no último mês.
Uma única vez. Sem mensalidade. Acesso vitalício.
Entra, pega um vídeo que você já gravou e não postou, e aplica o corte.
Se em sete dias você não olhar pro antes e depois e ver diferença com os seus próprios olhos, me manda uma mensagem e eu devolvo os R$ 37 inteiros. Sem pergunta, sem formulário e sem "mas você já assistiu tal aula".
E eu consigo fazer isso porque não é promessa de futuro. É uma coisa que você vê na tela no mesmo dia.
Vai. O curso começa do zero, dentro do CapCut, que é gratuito e você instala no celular em um minuto. Eu edito junto contigo na tela. Se você sabe mandar áudio no WhatsApp, você consegue.
Foi exatamente isso que a Fernanda me escreveu ali em cima: começou do zero, sem saber nada, e bateu 20 mil seguidores.
Funciona, e vou te explicar por quê. Os segundos mortos não são sobre o assunto do vídeo, são sobre onde o corte começa. Isso é igual pra manicure, pra nutricionista, pra quem vende bolo, pra advogada e pra loja de roupa.
Muda o que você fala. Não muda onde o vídeo tem que começar.
Não em todos. Boa parte do que eu ensino funciona em vídeo de produto, de tela e de bastidor. E o bônus dos prompts de IA existe justamente pros dias em que você não quer aparecer.
Não. É o celular que você já tem e o CapCut, que é gratuito. Eu não ensino nada que dependa de equipamento caro, porque não foi assim que eu fiz.
Pra sempre. Você paga uma vez, não tem mensalidade e não tem renovação. Pode assistir hoje, esquecer e voltar daqui a oito meses.
Dá, e essa é a parte que mais me deixa feliz. Foi o que a Luciana escreveu ali em cima: "primeiro curso que compro que a criadora está bem pertinho".
Você tem 7 dias. Me manda uma mensagem e eu devolvo os R$ 37 inteiros, sem pergunta nenhuma.
P.S. — Se você chegou até aqui e ainda tá em dúvida, faz uma coisa por mim: abre a sua galeria e olha quantos vídeos você gravou e nunca postou. Aquilo não é falta de conteúdo. É conteúdo que você achou que não estava bom o suficiente. Trinta e sete reais é o que separa aquela pasta de virar post.